Copo
Americano
O desenvolvimento tecnológico deste ícone da indústria vidreira nacional, ao longo dos últimos 67 anos, se confunde com os avanços alcançados pela própria Nadir Figueiredo. Como ponto de partida, consideremos a fabricação do copo em 1947 de forma manual, onde o operador colhia o vidro incandescente no forno usando uma cana e o depositava numa forma, dando-lhe o visual final. Esse processo rendia aproximadamente dois copos por minuto e já era considerado um avanço para a época.

Com o sucesso mercadológico cada vez mais evidente, em 1948, iniciam-se os primeiros movimentos da Nadir Figueiredo para a automatização desse processo. Trabalhou-se, portanto, neste momento, para aprimorar a qualidade do produto e garantir que este volume pudesse ser absorvido pelos consumidores.
Em meados de 1965, uma nova etapa começa. A competição com gigantes multinacionais do vidro era árdua, mas a Nadir Figueiredo se firmou como uma potência nacional e encarou o desafio de tornar este copo, o mais popular e amado do Brasil, oferecendo aos consumidores um diferencial: a ultifuncionalidade.

Considerando que existe uma linha dedicada exclusivamente para a fabricação do nosso copo americano, podemos imaginar a importância deste produto para a Nadir Figueiredo, e ao mesmo tempo refletir a respeito do significado deste produto para o Brasil. É um ícone do design reconhecido aqui e lá fora. É comercializado no MoMa de Nova Iorque. É referência para o órgão de saúde pública, quando se fala em soro caseiro. É medida para receita dos mais variados gourmets. É orgulho para a história da indústria nacional. É o copo de todos os brasileiros.

E, acima de tudo, é da Nadir Figueiredo.